Quatro dicas para controlar a ansiedade

janeiro 11th, 2013 por branemark

Se livre deste incômodo tomando algumas atitudes no dia a dia

A ansiedade é um estado caracterizado por medo, apreensão, mal-estar, desconforto, insegurança, estranheza do ambiente ou de si mesmo e, muito freqüentemente, pela sensação de que algo desagradável está para acontecer. Além dos medicamentos convencionais, existem algumas alternativas naturais que podem nos ajudar a controlar a ansiedade. É sobre elas que vamos falar.

1) A forma mais comum de tratar a ansiedade é a prática de exercícios físicos. Praticar exercícios físicos ajuda a lidar com estados de ansiedade porque eleva a produção de serotonina, substância que aumenta a sensação de prazer. Essa alternativa costuma funcionar dependendo da disposição da pessoa, uma vez que nem todo mundo gosta de praticar exercícios.
Caminhar três vezes por semana, por pelo menos meia hora, já pode ajudar a lidar com a ansiedade. O momento da caminhada, além de ser um exercício para o corpo, também pode ser aproveitado para trabalhar a mente, sob a forma da meditação ativa. Quando você anda, pensa. A caminhada de meia hora é um movimento repetitivo e você acaba pensando nos pontos geradores de ansiedade que precisa trabalhar;

2) Pessoas com tendência a ansiedade precisam reduzir o seu estresse diário. Para as que ficam estressadas com mais facilidade recomendo sessões de massagem e acupuntura regulares, além de ioga e meditação. Muitos pacientes com ansiedade se beneficiam também de tratamentos alternativos como a homeopatia e o uso de florais de Bach. A ioga oferece ao praticante a possibilidade de aprender a controlar sua mente e seu corpo. Este controle, que é obtido através de uma combinação de técnicas respiratórias, corporais e de meditação. Tem como resultados o aumento da flexibilidade, fortalecimento dos músculos, aumento de vitalidade e maior controle sobre o estresse. Além da ioga, outra alternativa de controle da ansiedade são as massagens. Se tiverem uma abordagem mais oriental, buscando o equilíbrio emocional, melhor;

TENHA A CLÍNICA BRANEMARK CENTER NO FACEBOOK:  https://www.facebook.com/BranemarkCenter

3) Para reduzir as reações do sistema nervoso autônomo, devemos fazer o controle da respiração. Isto pode ser feito compassando a respiração e inspirando lentamente pelo nariz, com a boca fechada. Ao inspirar deixar o abdome expandir-se, ou seja, estufar a barriga e não o peito. Depois, expirar lentamente, expelindo o ar pela boca. Isto pode ser feito em qualquer lugar, a qualquer hora. Além disso, quando você estiver em um ambiente silencioso e com possibilidade de ficar deitado, use uma técnica de relaxamento. O relaxamento combinado com a respiração diafragmática, certamente, reduzirá a respiração ofegante, a taquicardia e o tremor;

PROCURANDO UMA CLINICA ESPECIALIZADA EM IMPLANTES DENTÁRIOS EM SANTOS OU SÃO PAULO?
SAIBA MAIS

5) Para controlar a ansiedade, podemos ingerir alimentos que sejam fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, como a banana e o chocolate, de forma moderada, para não ganhar peso. Outra possibilidade é ingerir o triptofano em cápsulas, junto com vitamina B6 e magnésio. Outros aminoácidos que podem ajudar são a taurina e a glutamina. Eles aumentam a disponibilidade de um neurotransmissor chamado GABA, que o organismo usa para controlar fisiologicamente a ansiedade. Eles também podem ser ingeridos em cápsulas, mas apenas com a orientação de um médico especialista. Existem ainda os chás. A maioria possui substâncias que funcionam como sedativos suaves e podem ajudar no controle da ansiedade diária. As plantas mais conhecidas e estudadas com essa ação são a passiflora, a melissa a camomila e a valeriana

 

Fonte: minhavida.com.br

Postado em Branemark contendo Comentários desativados

Diabetes: sete hábitos que podem causar hipoglicemia

janeiro 11th, 2013 por branemark

Jejum prolongado e não levar exercícios em conta são alguns erros.

 

Tontura, mal estar, visão turva, sudorese, fome intensa, taquicardia e alteração do nível de consciência são sintomas do mal conhecido por hipoglicemia, recorrente entre pessoas com diabetes e caracterizada por níveis de glicose abaixo dos 60mg/dL – os valores ideais estão na faixa entre 70mg/dL e 99mg/dL. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, pelo menos metade dos portadores de diabetes tipo 1 sofrem episódios de hipoglicemia uma vez por mês, mal que também afeta alguns pacientes de diabetes tipo 2, ainda que mais raramente.

Dados divulgados em 2012 pela pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), mostram que cerca de 5,6% da população brasileira adulta sofre de diabetes e, realmente, está preocupada em controlar o excesso de açúcar no sangue. Entretanto, a falta de glicose pode causar danos como crises convulsivas e coma, que podem inclusive levar à morte. Livre-se dos erros alimentares na hora de controlar o açúcar no sangue e evite a hipoglicemia:

 

Não comer nada antes de dormir

Durante as horas de sono, o portador de diabetes pode apresentar a chamada hipoglicemia noturna, episódio caracterizado por pesadelos, transpiração intensa e dor de cabeça ao levantar. Para evitar a hipoglicemia noturna, o ideal é fazer um lanche antes de dormir, consumindo carboidratos e proteínas, como leite ou pão com queijo e presunto. A glicemia deve ser ajustada sempre para que fique em torno de 100 m/dl nesse período, mas não muito acima disso.

Pular refeições

Essa é uma das principais causas de hipoglicemia na pessoa com diabetes. Ficando longos períodos sem se alimentar, os níveis de açúcar no sangue caem naturalmente, mas não o suficiente para causar hipoglicemia em uma pessoa que mantem uma dieta saudável. Isso porque o organismo percebe a queda e diminui a produção de insulina, de modo que o açúcar seja usado de forma mais lenta, ou então começa a produzir o glucagon, hormônio que faz o fígado converter algum glicogênio em glicose, para então liberar o açúcar no sangue. Esse sistema não funciona adequadamente quando se tem diabetes, dificultando esse equilíbrio dos níveis de açúcar no sangue e levando à hipoglicemia. Por isso, é de extrema importância comer a cada três horas sem pular nenhum lanche ou refeição principal.

Evitar carboidratos mesmo com exercícios

O nutriente mais controlado pela pessoa com diabetes é o carboidrato que, se ingerido em excesso, pode elevar rapidamente os níveis de açúcar no sangue. No entanto, para aqueles que praticam atividade física, a ingestão do carboidrato antes e depois dos exercícios é de extrema importância, do contrário pode haver um caso de hipoglicemia. Se você já coordena sua alimentação com a atividade, mas fez mais exercícios do que o planejado no dia, o ideal é medir a glicemia para ver se é necessário consumir carboidratos extras. Exercícios aeróbicos de grande duração (como corrida e natação) tendem a baixar a glicemia, sendo necessária uma ingestão maior de alimentos, mas o ideal é sempre conversar com seu médico.

Só comer antes ou depois de se exercitar

Pessoas que sofrem mais facilmente com a hipoglicemia devem ficar atentas aos níveis de glicose no sangue mesmo durante a prática de exercícios. Principalmente aqueles que passam longos períodos na academia, combinando musculação com outras atividades, devem verificar os níveis de glicose no sangue durante os intervalos e fazer um pequeno lanche, se necessário. Lembrando que a atividade física demanda muita energia do corpo e a glicose é a base desse fornecimento, evitando assim a baixa dos níveis e a hipoglicemia.

Ingerir álcool

Além de prejudicar a absorção de diversas vitaminas e minerais, o álcool pode causar hipoglicemias severas. Isso porque, para metabolizar o álcool, o fígado deixa de lado outras funções, como o fornecimento de glicose às células. Além disso, o alcoolismo pode levar à cirrose e a outros problemas hepáticos, que também causam hipoglicemia. Os especialistas explicam que, para evitar o problema, o ideal é evitar o álcool ou beber moderadamente, alimentando-se durante a ingestão, para evitar picos de insulina.

Aplicar mais insulina do que o necessário

A maioria dos episódios de hipoglicemia entre pessoas com diabetes acontece quando o paciente não balanceia corretamente a ingestão de açúcares e a aplicação de insulina, injetando mais do que o necessário e levando a um quadro hipoglicêmico. A insulina aplicada tem que ser proporcional aos alimentos ingeridos. Errar essa conta pode levar tanto ao exagero na aplicação da insulina quando ao fornecimento insuficiente, e ambos causam prejuízos.

PROCURANDO UMA CLINICA ESPECIALIZADA EM IMPLANTES DENTÁRIOS EM SANTOS OU SÃO PAULO?
SAIBA MAIS

Deixar a bolsa vazia

Os portadores de diabetes devem carregar consigo balas de caramelo ou sachês de mel, para o caso de um início de crise ou a iminência de um período longo em jejum. Segundo a especialista, um simples docinho pode muitas vezes evitar o agravamento dos sintomas de hipoglicemia.

 

Fonte: minhavida.com.br

 

Postado em Alimentação, saúde contendo Comentários desativados

Novo filme de Tarantino estreia em janeiro no Brasil;

janeiro 10th, 2013 por branemark

O novo filme do diretor Quentin Tarantino (de “Bastardos Inglórios”), “Django Livre”, chega ao Brasil em 18 de janeiro de 2013. O longa é ambientado no Sul dos EUA dois anos antes da Guerra de Secessão.

Na trama, Django (Jamie Foxx) é um escravo adquirido pelo caçador de recompensas alemão, dr. King Schultz (Christoph Waltz), com a promessa de libertar sua mulher após a captura dos sanguinários irmãos Brittle, mortos ou vivos.

Jamie Foxx e Leonardo DiCaprio (à dir.) em cena do filme “Django Livre”, de Quentin Tarantino

Para Schultz, Django é a única pessoa que pode levá-lo à sua recompensa. O sucesso leva Schultz a libertar Django, embora os dois optem por não seguirem caminhos separados. Em vez disso, Schultz caça os criminosos mais perigosos do sul dos EUA ao lado de Django.

PROCURANDO UMA CLINICA ESPECIALIZADA EM IMPLANTES DENTÁRIOS EM SANTOS OU SÃO PAULO?

 

A busca de Django e Schultz acaba levando-os até Calvin Candie (Leonardo DiCaprio), o proprietário de uma fazenda abominável.

Acompanhe o Trailer:

 

Fonte: Folha.com.br

Postado em Cultura contendo Comentários desativados

Acupuntura pode ser boa aliada no combate ao estresse

janeiro 10th, 2013 por branemark

Como pode uma agulha colocada em uma área qualquer do corpo levar à redução do estresse, um problema inicialmente emocional? É que cada ponto utilizado na acupuntura corresponde a uma região específica do cérebro. Assim, o método mexe com neurotransmissores responsáveis por sintomas do estresse como ansiedade, irritabilidade, apatia, depressão, sono perturbado, libido reduzida, hipersensibilidade emocional, dificuldade de concentração e menor disposição para atividades físicas.

A acupuntura é desenvolvida há mais de quatro mil anos na China, mas só em 1995 foi reconhecida como técnica medicinal no Ocidente.

Sessões de acupuntura ajudam a aliviar o estresse

O método consiste em espetar agulhas de fina espessura (chegam a ser 50% mais finas que as agulhas utilizadas em injeções) em pontos específicos do corpo com o objetivo de aliviar determinado tipo de desconforto.

A eficácia da acupuntura no tratamento do estresse foi analisada em um estudo da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas. A pesquisa tratou 20 adultos, sendo 15 mulheres e cinco homens, de 27 a 65 anos, com quadros de estresse. Após dez sessões individuais, com frequência semanal e duração de aproximadamente 50 minutos, constatou-se diminuição de 75% da presença de estresse.

Poucos pacientes procuram consultórios de acupuntura para tratar estresse. O que acontece é que a pessoa vai para por outro motivo e, depois de um tempo em tratamento, nota uma sensação de bem-estar que não costumava ter e conclui que estava estressada.

Acupuntura pode aliviar sintomas do estresse

Como agem pela via nervosa, praticamente todas as aplicações de agulhas levam à liberação de substâncias como endorfina e serotonina, que têm poderes calmantes e antidepressivos. Nesses casos, o estresse vai embora como consequência da cura de outro problema.

Quando a reclamação do paciente é sobre estresse, o tratamento volta-se especificamente para essa questão. Se está em uma situação de perigo, todo animal precisa de um pouco de estresse para sobreviver. O que o corpo faz é produzir mais cortisol, que vai levar o cérebro a usar menos energia a partir da glicose. Daí, essa glicose pode ser mandada para os músculos, para que o bicho tenha forças para fugir, explica o especialista. Acontece que, quando a pessoa fica estressada por muito tempo, começa a sempre fabricar cortisol em medidas anormais. O que a acupuntura faz para resolver o distúrbio é equilibrar as glândulas suprarenais, responsáveis pela produção de cortisol.

PROCURANDO UMA CLINICA ESPECIALIZADA EM IMPLANTES DENTÁRIOS EM SANTOS OU SÃO PAULO?

Os tratamentos com acupuntura são muito pessoais. Como os efeitos variam muito de paciente para paciente, não existem pontos que, quando acionados, resolvem o problema de todos. É preciso descobrir a combinação perfeita de pontos para cada indivíduo, diz. A quantidade de sessões necessárias também depende de cada pessoa. Em alguns casos, os resultados são imediatos. Mas, geralmente, por volta da quarta ou quinta aplicação, a diferença já é sentida.

Para quem tem muito medo das espetadas – que é bom lembrar, não machucam -, existe o chamado Stiper, que são pastilhas macias produzidas com silício cristalizado e aglutinado com celulose vegetal, dois elementos 100% naturais, sem efeitos colaterais e sem contraindicações. O silício é o mais potente ordenador de ondas e frequências e tem um grau de eficiência muito próximo ao das agulhas. O adesivo é mantido na pele por um período de três a seis dias e, depois, retirado pelo próprio acupunturista.

 

Fonte: minhavida.com

Postado em saúde contendo Comentários desativados